
"não gosto de dizer países, prefiro dizer
governos" Reinaldo Taladrid, Mesa Redonda de 15 de abril de 2010.
Da mesma forma que Taladrid eu também prefiro dizer governos e não países, sobretudo quando se fala do meu governo e não do meu país. Tal é o argumento da chamada "Guerra midiática contra Cuba", que na realidade seria neste caso "contra o Governo Cubano", não sei como esta sutileza pôde ter escapado à seleta equipe. Juro que preferiria responder com argumentos sérios, desmentir com veemência as artimanhas, gritar as verdades que nem à eles se permite repelir com mentiras - até para falsificar, desvirtuar e manipular têm a língua amarrada - porém não me engano, resulta-me muito ridículo.
Além das delirantes cantilenas do "caminho do dinheiro" - evidentemente muito difícil de seguir porque, segundo o mesmo "Lázaro Barredo, não são conhecidos os "destinatários finais" das subvenções norteamericanas - as teorias de conspiração sobre "o comando cyberdissidente" e as hipóteses absurdas sobre a existência das Damas de Apoio; consegui ver a hora e meia da Mesa Redonda até o final.
Para minha surpresa enteirei-me de várias novidades:
-O programa televisivo me dá muita dor de cabeça.
-Rosa Miriam Elizalde não está autorizada a explicar suas teorias porque não pode dizer nomes.
-Barredo se torna ambíguo, diz que "a indústria do mal continua há cinquenta anos", porém não esclarece onde se encontra a sede.
-Randy fica nervoso quando ouve menção a "Berta Soler"
-Existe um grupo nostálgico na Espanha - de solidariedade com o governo cubano - chamado "Associação 26 de julho".
-Já foi autorizado oficialmente o uso da palavras blog e blogueiro.
-Um senhor frances, aparentemente, tornou-se famoso por publicar uma entrevista manipulada, porém não pode dar detalhes da mesma porque está terminantemente proibido de dizer "Yoani Sánchez" na televisão cubana.
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